Páginas

Seguidores

26 de fevereiro de 2014

Queridos amigos, estive distante por um tempo mas estou de volta.
Continuo travando minha batalhas, mas tem um Deus todo poderoso que luta comigo.
Estou atualizando as coisas por aqui e colocando novos textos, espero que gostem.

A proposito, este é meu bebê, esta foto foi tirada na primeira vez que fomos à praia.
Ela entrou pra coleção de minhas fotos preferidas.

15 de janeiro de 2014

Ainda que...

Ainda que um dia, depois que crescer, você acabe esquecendo do quando fomos tão ligados a ponto de dividir o mesmo corpo, e do meu sangue ser teu sustento em meu seio...
Ainda que a rebeldia da adolescência te encontre e faça você se distanciar...
Ainda que você viaje pra longe e quase não dê noticias...
Ainda que outra garota ganhe seu coração e te faça transbordar de emoção...
Ainda que você case e tenha filhos, e ainda que você ame mais seus filhos que seus pais...
Eu vou me lembrar, vou estar por perto, vou querer notícias, vou ser a primeira que você amou, e vou estar para sempre presente em você. Na tua fisionomia, no formato dos teus lábios, pulsando nas tuas veias, nas tuas células, eternamente em meu coração.




15 de agosto de 2013

Descobertas

Eu descobri que, o tempo pode passar rápido demais as vezes. E descobri que gostaria de ser duas,  pra fazer mais coisas ao mesmo tempo.
E que as panelas queimam com uma facilidade incrível se deixadas no fogo mais tempo que o necessário. E o quanto as vezes pode ser difícil ter alguém 100% dependente de você.
Mas isso não me incomoda muito. Por que esse alguém tem olhos de anjo. E me fascina ver seus olhinhos marejados se acalmarem só por ele estar em meus braços. Daí vale à pena, perder a hora, queimar a comida no fogão, e ter ele 100% dependente de mim.
Apesar de não ser fácil ter que sozinha, cuidar de casa, fazer comida, lavar roupa, e ainda ter que descansar pra produzir leite, isso tudo me fez perceber que, ser mãe de um recém-nascido e quase não ter vida social, pode valer muito.
É ficar com o mamilo dormente depois de uma longa mamada. E escrever com ele dormindo no colo, por que ele pode chorar quando eu tentar por no berço. E ter que possuir vários sutiens, já que só dois não dão nem pro começo.
E me preocupar com a formula e composição dos remédios. E descobrir pra quê serve a bula e o quanto ela é importante.
Então percebi o quanto é estranho acordar no meio da noite, e vê-lo dormindo e me preguntar porque ainda não acordou pra mamar e trocar fralda.
E então, descobri que agora meu coração bate fora do peito. E que nunca mais eu vou dormir direito, mesmo depois dele crescer. E que Deus me deu uma dádiva maravilhosa, a de ser mãe!

8 de agosto de 2013

Parto na água

  

O parto é um momento único na vida da mulher. No entanto, todas as mulheres desejam que o parto seja calmo, tranquilo, sem grandes dores e sem complicações.


parto na água 312x250 Parto na água







Hoje em dia, existem várias possibilidades para a realização do parto, sendo que as mulheres devem previamente fazer uma avaliação e uma análise dos prós e dos contras de cada forma e escolherem o parto que melhor se adapte à sua realidade e desejos.
O parto na água é uma das formas do parto natural, no qual a mulher fica numa banheira ou tanque, dentro de água a uma temperatura que oscila entre os 360C e 370C, de forma a cobrir toda a barriga da grávida que está em trabalho de parto. É de salientar que apenas deve entrar para dentro da banheira quando estiver com 5 cm de dilatação, uma vez que se entrar muito cedo as contrações podem abrandar e complicar o trabalho de parto. Caso comece a sentir um relaxamento total das contrações, deve sair da banheira, caminhar durante um tempo e, de seguida, voltar para a banheira, para a continuação dos trabalhos de parto. Enquanto estiver dentro da banheira deve beber bastante água, uma vez que corre o risco de desidratar ou sofrer um sobreaquecimento.
Várias investigações defendem que o trabalho de parto realizado em meio aquático ajuda a grávida a relaxar, uma vez que alivia as contrações e diminui a pressão arterial, consequentemente reduz a dor e a necessidade de administração de anestesia, pois as contrações ficam menos fortes e menos dolorosas.
A banheira do parto pode ser utilizada apenas para a primeira fase do trabalho de parto, ou seja para as contrações, como efeito relaxante e mais suave ao nível das dores. No entanto, caso o trabalho de parto pare ou abrande muito, a mulher deve sair da água de forma a que este se desenvolva de forma natural, mas sem complicações para o bebé e/ou para a mãe.
Para o bebé, este tipo de parto é menos traumatizante, uma vez que ele sai de um meio líquido para outro, como já estava habituado. O bebé irá respirar pela primeira vez quando for trazido à superfície da água, exposto ao ar, sentir as diferenças de temperatura e o toque.
O parto na água não é aconselhável para todas as mulheres grávidas, uma vez que não é recomendado para partos prematuros, em caso de sofrimento fetal, quando existem infeções, febre, eclâmpsia, ou em qualquer outra situação de gravidez de risco.

5 de agosto de 2013

Que bom que vc chegou


E agora, finalmente, vc chegou. Depois de tanta espera, pude enfim te conhecer. Quase como eu imaginei. Pois sempre te vi assim, frágil e indefeso, tão dependente de mim. Pele macia, toque suave, sons de bebê, tão agradáveis. Seus olhos nos meus, enquanto meu sangue vira leite pra te alimentar. Mãos e pés que merecem até um "inhos" no final de tão delicados. Esqueci apenas de algo que nem sequer pude imaginar antes de te conhecer. o quanto vc seria lindo. É, lindo mesmo! Tipo bebê de comercial de Hipoglós. O baque foi tão grande, que me fez perguntar: _Mãe, esse bebê é meu mesmo? A senhora tem certeza? _Porque a pergunta Priscylla?

_Ah mãe! É que ele é lindo demais!

E hoje, quase nem acredito que vc está aqui, tão "zuadentinho". Dormindo no bercinho ao lado da minha cama. Tão aconchegado dentro do travesseiro macio, que depois de apenas vinte dias, já começa a ficar pequeno demais pra vc que cresce tão rápido. Meu branquinho musculoso. O bebê mais extraordinário que pude conhecer. Tão falante, tão cheio de graça e de contornos no corpinho frágil, que já desenham o que no futuro serão músculos de impressionar as meninas. Mas deixando esse papo de sogra pra lá. O fato é que, finalmente vc tá aqui. E a gora sim, posso te pegar nos braços, beijar, abraçar, amamentar. Como desejei por longos nove meses. Meu sonho real, que todas as noites sejam como esta, em que estou aqui te admirando dormindo, e vc me enchendo de inspiração. Bons sonhos!




1 de março de 2013

"Trabalhando o Desapego"


Entrei em fase de mudanças na vida. Nunca pensei que teria coragem de desvencilhar-me de situações ambígüas com tanta presteza. Sabe aquelas situações das quais achamos que dificilmente vamos sair? Pois é, um dia a gente cria coragem, dá um passo à frente e, sem olhar para trás, pula fora. Comigo foi assim, tive que pular fora mesmo, exercitar o desapego em alto grau e sair do comodismo e da“segurança” financeira que havia plantado, como também da rotina que havia estabelecido em vários setores de minha vida.

Mas a mudança acarretou suas conseqüências inevitáveis, e uma delas foi afastar-me de amigos queridos, por força mesmo das circunstâncias, ou seja, tive que sair de uma situação que já não me satisfazia mais bem, para enfrentar novas experiências e desafios, mas para isso tive que me afastar do ambiente onde estava acostumada a conviver e da companhia de amigos com os quais compartilhava uma amizade sincera e verdadeira. Apesar disso, vi que o meu apego às pessoas e situações estava me “travando” e influindo bastante em setores importantes de minha vida, que estavam sendo deixados de lado por que eu não queria afastar-me das situações “estáveis” e das pessoas com quem estava acostumada a conviver.

Porém, eu tinha chegado num estado tal de ansiedade e saturação que vi que uma mudança era inevitável; senti, com bastante nitidez, que havia chegado para mim a hora do desapego, e que já estava no momento de seguir outros rumos e adquirir novas experiências. Mas, entre falar e vivenciar o desapego há um espaço muito grande, pois ele mexe bastante com nossas emoções, deixando-nos vulneráveis e emotivos. Sim, não é fácil sairmos de nossa rotina, da sintonia com quem convivemos e nos lançarmos em situações diversas daquelas com as quais estamos acostumados, de afastarmo-nos de nosso “chão” e aconchego; ficamos como que perdidos e nos sentindo assim que nem um peixe fora d’água. 

Mas chega um momento na vida em que é necessário reconhecer que a mudança é imprescindível, pois as circunstâncias atuais não são mais condizentes com nosso modo de ser e sentir e nem favorecem mais o nosso desenvolvimento, seja ele espiritual, material, intelectual, enfim, que não nos beneficia mais em todos os sentidos. A mudança, então, surge como sinônimo de renovação, incitando-nos a libertarmo-nos de tudo o que nos impossibilita de seguirmos em frente, no caminho da reestruturação de nosso ser.
Essa mudança é muitas vezes uma experiência nova e ao mesmo tempo assustadora, pois vamos constatar que para seguirmos adiante em nossos propósitos de mudança, precisamos, às vezes, largar o velho para seguir o novo;, significa que vamos ter que nos despedir de situações e planos antigos, que não estão nos fazendo ir a lugar nenhum e mergulharmos em novos caminhos, novos conceitos, livrarmo-nos dos pesos extras que tanto entulham nossa vida e aprendermos a aceitar o novo com o espírito receptivo e aberto. 
É verdade que o desapego, de um certo modo, olhando exclusivamente do ponto de vista anterior, nos faz “sofrer”, pois nos sentimos assim como se tivéssemos chegado onde gostaríamos de estar sempre, e descobrimos que não podemos continuar a desfrutar do que conseguimos, e que, para nosso próprio bem, precisamos libertarmo-nos de situações do passado.

28 de fevereiro de 2013

Bem vindo Março!


O meu querido Março!...
Seja breve,
Seja divertido,
Seja cheio de surpreses,
Seja cheio de vida,
Seja confortável,
Seja feliz para todos,
Seja repleto de novas amizades,
Novos amores…
Enfim…
Que seja doce!”
(nounouse.)



MULHER

Um aroma suave
exalou das mãos do Criador,
quando seus olhos contemplaram
a solidão do homem no Jardim!
Foi assim:
o Senhor desenhou
o ser gracioso, meigo e forte,
que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre:
fez-se carne,
fez-se bela,
fez-se amor,
fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor,
beijou-a, com ternura,
chamando-a, simplesmente,
Mulher!Ivone Boechat
Olhe a o seu redor e veja quanta beleza. 
Procure ver a liberdade, 
a alegria, 
os amigos que Deus te deu, 
E tudo de belo e importante que sua vida tem. 

Hedi Diniz

O principal motivo dessa profissão ainda existir,
 e com muita força é em função da cultura de cada região, 
tanto em nosso país como em várias partes do mundo. 

A palavra artesão significa ,
indivíduo que pratica arte ou ofício que dependem de trabalhos manuais,
 isto quer dizer que qualquer peça produzida pelo artesão 
é única e foge de qualquer processo de produção 
em série realizado por indústrias.

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...


Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...


Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...


Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...


Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...


Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...


Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...


Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...


Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...


Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...


Terra! Planeta Água

Bem vindindos! Bem vindas! 
Sejam felizes


25 de fevereiro de 2013

Ser Mãe...


A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama. 

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga. 

O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento. 

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo? 

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho. 

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina. 

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. 

Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores. 

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências. 

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho? 

E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome. 

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho. 

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas. 

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase. 

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto. 

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação. 

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. 

Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela. 

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro. 

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar. 

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá. 

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento. 

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho. 

* * * 

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe. 

E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia das mães, de autoria de Sharon Nicola Cramer e no cap. Isso vai mudar totalmente a sua vida, de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra Histórias para aquecer o coração, v. 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.

19 de fevereiro de 2013

Campanha faça uma Blogueira feliz!

Ei!!!!

 e Eu sou
Blog 100% protegido!

Que tal me seguir!??
Façamos então uma Parceria!

Beijos!

17 de fevereiro de 2013

O tempo não para



"Hoje em dia a pizza vem congelada, a roupa lava sozinha, o Mc Donalds entrega em casa, e o filme não precisa mais rebobinar. Ninguém abre a Barsa pra fazer um trabalho, cada um tem seu celular, e é tudo tão cômodo que a gente até se esqueceu que nem sempre foi assim. A tecnologia nos deu um mundo novo: mais rápido, mais fácil e, antes de mais nada, passageiro. O hotmail rasga automaticamente as minhas cartas, as fotos somem sempre que o computador estraga, todo mês a Tim lança quatro ou cinco modelos diferentes de celulares. Estranho? Claro que não. Já estamos tão acostumados que mal percebemos a insolidez e instantaneidade das coisas. E não é à toa. Nos vestimos assim, comemos assim, e o mais triste: nossos relacionamentos também são assim. A minha geração inventou o "ficar" e admite tranquilamente sexo sem compromisso. Diferente da minha mãe, eu não preciso namorar pra beijar na boca, nem casar pra deixar de ser virgem e, se ao 17 eu me sentia em vantagem, hj, cinco anos depois, eu começo a admirar aqueles tempos. Para onde foi o romantismo, o amor verdadeiro, as flores, as declarações? O que aconteceu com a intimidade, com o respeito e a confiança? Sera que ninguém mais acredita na felicidade calma das terças-feiras chuvosas, na alegria constante de se querer quem se tem? A verdade é que eu cansei dessas competições infames de " quem demora mais pra responder o telefonema", chega desse teatro infantil do " vou fingir que eu não vi". O amor é um jogo esquisito, em que só se ganha quando da empate. Não quero sair por cima, muito menos sair por baixo, o que eu quero é sair ao lado; e de mãozinha, se for possível. O consumismo nos induz a um estado de insatisfação permanente, que aplaude o digital e o descartável e abomina tudo o que é eterno e trabalhoso. Talvez seja por isso que a ideia de amar assuste tanto: a concepção de um sentimento duradouro e complicado contraria os valores vigentes, tornando-nos confusos e vulneráveis  É fácil conquistar uma menina por uma noite, é fácil ser atraído por um decote, difícil eh querer estar com ela o tempo todo, difícil é não ter medo de ser feliz! Eu posso parecer atrasada e até meio cafona, simplesmente não tenho outra opção. Enquanto a internet não disponibiliza uma versão melhor, eu fico com esse meu coração de sempre, que  não acredita em romances express, nem se contenta com amostras grátis de amor."


14 de fevereiro de 2013

Meses em semanas


Aqui só pra gente ter uma noção dos meses.


                     

Maresia

E no auge da minha gestação, agora com cinco meses, veem as noticias...
Fatos que eu jamais teria a possibilidade de imaginar quando abri o resultado daquele exame e vi o positivo.


 
Pra falar a verdade, quando abri esse exame e me dei conta de que realmente estava grávida, eu pensei: Legal, agora vai ser só festa. Meu marido vai me idolatrar, minha melhor amiga vai dar pulos de alegria quando souber que sua bebê recém-nascida vai ganhar um priminho, meus pais vão me bajular o tempo todo  meu irmão que acabou de descobrir que vai ser pai não vai se conter de alegria por ganhar um filho e um sobrinho ao mesmo tempo, e eu vou passar minha gestação trocando informações com minha cunhada. Mas tai que nada saiu como o planejado. Começando pelo meu marido que enlouqueceu  e abriu e fechou esse exame umas trocentas vezes antes de dizer a celebre frase: Eu num vou vender minha moto não! rs. Ele ficou muito chateado comigo pq eu tinha saído do trabalho havia só duas semanas, ficou super frustrado pq perdi meu emprego num momento como esse, mas eu entendo ele. Minha melhor amiga se tornou minha pior inimiga e eu nem percebi como, afinal todos temos problemas e ela também tinha muitos, eu não a culpo. Meus pais lidaram com isso de uma forma tão natural, como se eu tivesse passado por média na escola. Meu irmão ficou feliz, mas não tanto quando eu quando soube que ia ser titia. Minha cunhada e eu nem ficamos trocando informações sobre nossa gestação e nem comparando os exames de ultrassom. E isso foi só o começo.

Quando cheguei perto dos três meses, como já postei anteriormente, começaram os vômitos. No começo eu chorava de alegria, pode parecer loucura mas aquilo pra mim era mágico. Era mais uma confirmação da minha tão sonhada e desejada gravidez. Mas depois de um tempo começaram a aparecer os problemas. Como eu estava enjoando muito perdi dois quilos. E agora sim o resultado: Estou com Anemia, Hipoglicemia e Hipotensão. Com cinco meses de gestação só ganhei 1kg, é, só um quilinho. E o sonho daquele barrigão... já era. Mas não me deixei abater ainda não. pode ser que até os nove meses apareça alguma coisa. Aqui uma fotinha : 

Pois eh, num parece não mais ai tem um bebê de cinco, quase seis meses, de gestação.
E como eu estou lidando com tudo isso? Pra falar a verdade eu nem sei, tenho medo de surtar a qualquer momento, por isso estou escrevendo aqui. Mas tenho sempre fé que Deus vai terminar a boa obra que ele começou. E o Samuel é uma benção mesmo. Ele me traz tanta paz, e me emociona tanto quando começa a mexer. Sei que vai valer à pena esperar por ele. Nem vejo a hora de Julho chegar e eu pegar meu príncipe nos braços, e respirar aliviada depois que tudo isso tiver passado. Te amo tanto meu filho. Nem sei explicar como pode caber taaaaaaaaaaaaaaanto amor dentro de um coração, mas eu sinto. Enfim  a única coisa que posso dizer pra finalizar é: Obrigada, muito obrigada meu Deus, por me dar o Samuel.

30 de janeiro de 2013

Me disseram




Um dia me disseram que ter um filho é abrir mão de bagunçar, e que ia ser difícil.

Que encarar uma sociedade hipócrita por ser mãe jovem ia me pedir forças infinitas.
Me falaram das dores do parto, do meu corpo diferente, depois das noites mal dormidas e da juventude diminuída.
Mas nunca me contaram que cada sorriso que eu ganho vale mais que uma balada, beijos sem emoções ou experiências frustrantes.

Não me contaram que esse cheirinho de bebê empreguina na alma e que ficar sem ele, nem que seja só para comprar alguma coisa para comer, poderia doer mais que a própria fome. Nunca me disseram que com eles podemos aprender tanto, aprender a amar incondicionalmente, aprender sobre o amor de Deus, a dar sem receber, a cuidar, a sorrir, a abraçar o tempo todo.
Agora eu sei porque nunca gostei muito de ouvir. As pessoas falam demais, criticam demais.

Nós temos sempre duas opções: reclamar ou simplesmente ser feliz. Eu escolhi ser feliz... Sempre!

4 de janeiro de 2013

Respira

"Respira. Serás mãe por toda a vida. Ensine as coisas importantes. As de verdade. A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes. Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu. Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso. Deixe ele imaginar. Imagine com ele. As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas. Os gritos da mãe ficam. Muitas vezes vc pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce. Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais. Menos presente e mais presença! E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez"

31 de dezembro de 2012

Calmaria

Agora, passados quase três meses,menos enjoos e mais vômitos, sinto uma grande e irradiante alegria por saber que ao final do 1° semestre de 2013, meu presente chegará. "Obs.: presente mesmo, afinal meu niver é em junho e o bb chega em julho. :)"
Percebo agora que são tantas emoções, que as vezes as boas se confundem com as ruins. Por isso houve tanto estresse e conflito no começo.
E o fato de o bb não ter aparecido na ultra mesmo eu estando com 6 semanas de gestação, acabou piorando tudo.
Mas sei que Deus olha por mim. E foi ele quem me deu e dá forças pra ter chegado até aqui. Queria apenas deixar registrado o quanto me sinto feliz e satisfeita com o rumo que as coisas tomaram em minha vida. 
E desejo que 2013 seja simplesmente: repleto de beleza! 

By: Priscylla Emanuelly

19 de dezembro de 2012

Meu pequeno milagre






E de repente, todas as frustrações se vão. Todo aquele excesso de hormônios, que te enlouquecem a cabeça, evapora. Por alguns momentos e (no meu caso) até bastante tempo depois,.A única coisa que importa, é aquele som, rápido, pulsante e forte: tum tum, tum tum. E parece que sem aquele som nada faz sentido. E foi assim a primeira vez que ouvi o coração do meu filho. (Pri)

Sinto falta..!!!



Eu sinto falta de quando nós dois éramos apenas um.
De ser elogiada todo dia.
De sentir minha barriga mexer.
De ganhar comida de presente (e adorar!! rs)
De tomar dois sorvetes sem culpa. 

De quando minha barriga não chamar mais atenção.
De ser bajulada o tempo todo.
De escutar meu som favorito... a batida do seu coraçãozinho.
De esperar ansiosa pelos ultra-sons.
De ser chamada de barriguda e ficar feliz.
De receber beijinhos do papai na barriga. (que delícia!)
De ler mil artigos sobre o mesmo assunto: a gravidez.
De ficar curiosa imaginando como será seu rostinho e com quem será parecido.
De desdobrar suas roupinhas e guardar todas de novo.
De fazer xixi a cada hora, inclusive de madrugada.
De me sentir cansada, com dor nas costas.
De me pesar e ficar feliz com cada quilinho a mais...

Mas ter você perto de mim é uma alegria ainda maior...!!!




13 de dezembro de 2012

Qual é o significado do choro do seu bebê?




O desespero e a angústia passam a conviver com a mamãe que acaba de chegar da maternidade e descobre que chorar é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar?
Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.
A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.
Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.
Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.
Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.
Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.
Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.
Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.
Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.
Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.
Sono: criança agitada e com choro nervoso.
Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.
Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.
Dicas
0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.

Bruno Rodrigues

29 de novembro de 2012

Dez coisas que não se diz a uma grávida...


Grávidas são perigosas e explosivas! Cuidado na hora de falar com elas! Por isso pense bem e nunca use frases como estas abaixo:
1 “Agora sim você está com cara de mãe!”
2 “Você já está grávida de quantos meses? dez?”
3 “Nossa, sua barriga está enooooooorme!”
4 “Quanto você já engordou?”
5 “Olha! você ainda não inchou?”
6 “Foi planejada essa gravidez?” PUTES!!!!morte na certa
7 “Descanse agora, querida, porque depois…” Até eu não suporto esta!
8 “Posso pegar na sua barriga?”
9 “Bom mesmo é quando eles estão dentro da nossa barriga, depois…vixi”
10 “Você é louca? Parto normal é anormal! Ninguém merece!”
esqueci de alguma? comente!